Professor há 11 anos, possuo licenciatura dupla em Letras (Línguas Portuguesa e Inglesa). Também sou especialisata em Linguística Aplicada ao Ensino da Língua Portuguesa e mestre em Linguística - Fonologia da Língua Portuguesa.
Leciono em escolas públicas (Estado e Município de Jaboatão) e na FBV.
Tantas mulheres já senti em minha boca. Frias, quentes ,.. Mulheres que sofriam. Bocas loucas, bocas ardentes, bocas tremulas, que sorriam.
Lábios de ternura só Beijos que me deram dó. Porque beijo de uma ternura demente. No fim amarga o fel, uma boca que mente.
Beijos de ânsia louca, gélidas bocas de traição! E o beijo que me roubaram, em brincadeira, sedução, Esqueceram de me devolver, aos meus lábios, meu beijo de boca... Os meus beijos frios de paixão.
RODRIGO MAGALHÃES
Escrevi esse escrito quando parei para observar àquelas mulheres em que tocava com meus lábios, e que, sem nem eu mesmo saber, as deixava numa quimera dura e implacável Foi daí que percebi que o maior desespero era o meu, que eu não me apaixonava mais, que um grande amor me roubara e não devolvera, por nem um dia mais, minha paixão!
1- é deixar a pessoa numa ilusão penosa insensível. 2- Estava completamente inserido em minha própria quimera e as mulheres com desejos e ânsias diferentes umas das outras, acabaram por me mostrar sem querer que eu tinha o desespero de não apaixonar mais. 3- um acarinhar demente, louco de paixão, no fim amargava uma querer inexistente. 4- claro!
Rodrigo, de fato tua veia poética é absurdamente abundante... Amei as respostas. Espero que você participe sempre! Ah, em breve postarei minha interpretação de seu poema. Abraços.
Sentir Uma vez me perguntaram sobre a Felicidade. Eu dirigindo a palavra disse, É saber que você tem alguém Que te ama e te cuida e que todos Os dias os raios de sol são sorrisos De lindos jasmins que encantam o estrondoso Mar azul que passeia pela areia branca Das pedras pintadas onde tudo me lembra Você.
Olhava para os carros que formavam grandes Corações de ferro, junto aos arranha céus que Mostravam-se gigantes para comparar o meu Amor pelo desejo de te tocar.
Tinha o que se chama de felicidade, podia provar Para todos que o meu sorriso era sincero que vinha De dentro da alma, e agradecia com gestos únicos Que somente você meu amor era que merecia tudo isso.
Vazia de trevas, anjos de luz. De lágrimas, rios De alegrias. De guerras, o balançar de seus cabelos. Não precisava de mais nada seu amor me bastava. Tudo se completava como uma mágica. Tinha sempre o truque, mas, os que os olhos viam iluminava todo o meu Interior.
Cheguei onde sempre quis, mostrei a todos que era feliz, pois tinha um amor maior que eu, que se engrandecia Todos os dias e se tornava infinito. Como palavras em um livro Sem páginas, um anel sem descrição feito de sentimentos que chamei De amor.
Rodrigo, fiz umas interpretações sobre o teu poema, e aqui estão elas:
Pela primeira estrofe, percebo que havia um grande desespero teu, em encontrar alguém que tivesse um significado para ti... A prova é a gama de bocas que saíste experimentando! Mas, apesar desse aparente “desespero” teu, dessa louca procura, a sensibilidade, a ternura que parece haver em ti não se desfez, já que conseguias diferenciar bem as sensações trazidas por cada uma das bocas. Uma coisa me deixou intrigado: por que nenhuma delas te “devolveu” o teu “beijo de boca”? Se não te devolveram, é por que um dia o tiveram?
1ª estrofe-> O eu-lírico diz que a felicidade é amar e também ser amado, é tudo que há de bonito que existe, fosse o sentimento de amor que ele sente pela pessoa amada, usando características da natureza. 2ª estrofe-> Mas não só a natureza era sua fonte de lembrança do seu amor, como também a cidade, com suas máquinas e construções frias, que mesmo assim lembrava alguém e usa um arranha-céu para comparar o tamanho do seu amor. 3ª estrofe-> Agora, ele (o eu-lírico), se mostra feliz e diz que agora seu sorriso não é mais falso, que vinha de dentro, ou seja, sua vida mudou por sentir a felicidade através do amor, tudo na sua vida agora tinha uma razão, por estar sentindo algo verdadeiro, algo que só seu amor merecia, merecia, pois ele ama alguém e esta pessoa não sabe, ainda não é correspondido. 4ª estrofe-> Nesta estrofe, ele mostra uma parte extremamente romântica e exagerada de si mesmo, por que ele faz contradições de fenômenos tristes como o descer de lágrimas ou de uma guerra e mostra algo mais belo, e o último desses contrastes foi citando o balançar do cabelo de sua amada, que sugere paz, já que é, no contexto, a oposição de guerra, pois ela era tudo de que ele precisava, ela era tudo que seus olhos precisavam enxergar: “Os que os olhos viam iluminava todo o meu interior”. 5ª estrofe-> Aqui, o sentimento que ele tanto guardou, é libertado, no momento em que seu coração se abre e decide deixar o amor engrandecer dentro dele mesmo, que praticamente indescritível por ser infinito, e quando coisas são muito grandes e se tornam infinitas é por que não tem como contar mais ou não se pode, por que senão aquilo fica sem graça, frio e sem sentido, pois o amor não é pra se contar e sim para se sentir.
o que seria o mar azul que passeia pela areia branca das pedras pintadas?
Como assim, seu sorriso não era mais falso? Em algum momento da 3ª estrofe se percebe isso? E a pessoa que pelo eu lírico era amada não sabia disso? Gostaria que você comprovasse isso...
Comprove que ele “decide deixar o amor engrandecer” dentro de si mesmo. Não entendi bem a relação de suas últimas frases com a última estrofe.
1ª Seria a descoberta de um novo lugar, já que a areia branca é onde as águas ainda não molharam, não chegaram, e pedras pintadas seriam corais, que são perigosos. Trazendo á vida real: Ele está entrando num terreno onde nunca entrou antes com o qual deve ter cuidado.
2ª “podia provar Para todos que o meu sorriso era sincero que vinha De dentro da alma”, • Algo que vinha de dentro da alma com certeza era verdadeiro, neste caso, seria o sorriso. • Pra mim parece óbvio, por que, por mais bonito que possa ser o balançar do cabelo de um homem, o de uma mulher seria mais bonito por causa do tamanho, pois um longo e belo cabelo seria a explicação do contraste de uma guerra. 3ª “pois tinha um amor maior que eu, que se engrandecia Todos os dias e se tornava infinito.” Já que ele vê que há algo maior que ele mesmo, ele deixa aquele sentimento crescer descrevendo o quanto este é grande.
Para todos os lados que olha é ele que sempre está lá, como uma luz irradiante que te guia quando os olhos se fecham (você não ver a luz). És como o sol, sempre lá, lindo a brilhar mais seu rosto? Indecifrável, há uns que dizem ter visto a verdadeira face, mas vai saber o sol também usa máscaras... Eclipse. (nunca vi o sol e ele é uma das coisas mais importantes) ‘NÃO VIVO SEM ELE’. Ainda que eu passe horas falando de ti não conseguiria explicar o quando se tornasse essencial, tive uma idéia: o AR experimenta viver sem ele... AMO-TE!
Isso foi alguma coisa que escrevi quando conheci uma pessoa que se tornou meu melhor amigo, mais eu nunca tinha visto ele pessoalmente.
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ResponderExcluirAdorei Eraldo esse blog. Parabéns.
ResponderExcluirEspero que nunca esqueças de nós.
Beijocas..
Obrigado, Natinha. Volte sempre!
ResponderExcluirOS MEUS BEIJOS
ResponderExcluirTantas mulheres já senti em minha boca.
Frias, quentes ,.. Mulheres que sofriam.
Bocas loucas, bocas ardentes, bocas tremulas, que sorriam.
Lábios de ternura só
Beijos que me deram dó.
Porque beijo de uma ternura demente.
No fim amarga o fel, uma boca que mente.
Beijos de ânsia louca, gélidas bocas de traição!
E o beijo que me roubaram, em brincadeira, sedução,
Esqueceram de me devolver, aos meus lábios, meu beijo de boca...
Os meus beijos frios de paixão.
RODRIGO MAGALHÃES
Escrevi esse escrito quando parei para observar àquelas mulheres em que tocava com meus lábios, e que, sem nem eu mesmo saber, as deixava numa quimera dura e implacável Foi daí que percebi que o maior desespero era o meu, que eu não me apaixonava mais, que um grande amor me roubara e não devolvera, por nem um dia mais, minha paixão!
Excelente, Rodrigo. Mas me responde algumas coisas:
ResponderExcluir1. O que significa, para você, deixar alguém "numa quimera dura e implacável"?
2. Se você estava desesperado, como percebeu que eram mulheres bem diferentes, ou seja, umas ternas, outras tão ruins que causavam pena?
3. O que é uma ternura demente?
4. Posso fazer a minha interpretação do seu poema?
1- é deixar a pessoa numa ilusão penosa insensível.
ResponderExcluir2- Estava completamente inserido em minha própria quimera e as mulheres com desejos e ânsias diferentes umas das outras, acabaram por me mostrar sem querer que eu tinha o desespero de não apaixonar mais.
3- um acarinhar demente, louco de paixão, no fim amargava uma querer inexistente.
4- claro!
Rodrigo, de fato tua veia poética é absurdamente abundante... Amei as respostas. Espero que você participe sempre! Ah, em breve postarei minha interpretação de seu poema. Abraços.
ResponderExcluirSentir
ResponderExcluirUma vez me perguntaram sobre a
Felicidade.
Eu dirigindo a palavra disse,
É saber que você tem alguém
Que te ama e te cuida e que todos
Os dias os raios de sol são sorrisos
De lindos jasmins que encantam o estrondoso
Mar azul que passeia pela areia branca
Das pedras pintadas onde tudo me lembra
Você.
Olhava para os carros que formavam grandes
Corações de ferro, junto aos arranha céus que
Mostravam-se gigantes para comparar o meu
Amor pelo desejo de te tocar.
Tinha o que se chama de felicidade, podia provar
Para todos que o meu sorriso era sincero que vinha
De dentro da alma, e agradecia com gestos únicos
Que somente você meu amor era que merecia tudo isso.
Vazia de trevas, anjos de luz. De lágrimas, rios
De alegrias. De guerras, o balançar de seus cabelos.
Não precisava de mais nada seu amor me bastava.
Tudo se completava como uma mágica. Tinha sempre
o truque, mas, os que os olhos viam iluminava todo o meu
Interior.
Cheguei onde sempre quis, mostrei a todos que era feliz,
pois tinha um amor maior que eu, que se engrandecia
Todos os dias e se tornava infinito. Como palavras em um livro
Sem páginas, um anel sem descrição feito de sentimentos que chamei
De amor.
Escrito por: Eduardo Mognon Ferreira
Rodrigo, fiz umas interpretações sobre o teu poema, e aqui estão elas:
ResponderExcluirPela primeira estrofe, percebo que havia um grande desespero teu, em encontrar alguém que tivesse um significado para ti... A prova é a gama de bocas que saíste experimentando! Mas, apesar desse aparente “desespero” teu, dessa louca procura, a sensibilidade, a ternura que parece haver em ti não se desfez, já que conseguias diferenciar bem as sensações trazidas por cada uma das bocas. Uma coisa me deixou intrigado: por que nenhuma delas te “devolveu” o teu “beijo de boca”? Se não te devolveram, é por que um dia o tiveram?
Interpretação do poema Sentir
ResponderExcluir1ª estrofe-> O eu-lírico diz que a felicidade é amar e também ser amado, é tudo que há de bonito que existe, fosse o sentimento de amor que ele sente pela pessoa amada, usando características da natureza.
2ª estrofe-> Mas não só a natureza era sua fonte de lembrança do seu amor, como também a cidade, com suas máquinas e construções frias, que mesmo assim lembrava alguém e usa um arranha-céu para comparar o tamanho do seu amor.
3ª estrofe-> Agora, ele (o eu-lírico), se mostra feliz e diz que agora seu sorriso não é mais falso, que vinha de dentro, ou seja, sua vida mudou por sentir a felicidade através do amor, tudo na sua vida agora tinha uma razão, por estar sentindo algo verdadeiro, algo que só seu amor merecia, merecia, pois ele ama alguém e esta pessoa não sabe, ainda não é correspondido.
4ª estrofe-> Nesta estrofe, ele mostra uma parte extremamente romântica e exagerada de si mesmo, por que ele faz contradições de fenômenos tristes como o descer de lágrimas ou de uma guerra e mostra algo mais belo, e o último desses contrastes foi citando o balançar do cabelo de sua amada, que sugere paz, já que é, no contexto, a oposição de guerra, pois ela era tudo de que ele precisava, ela era tudo que seus olhos precisavam enxergar: “Os que os olhos viam iluminava todo o meu interior”.
5ª estrofe-> Aqui, o sentimento que ele tanto guardou, é libertado, no momento em que seu coração se abre e decide deixar o amor engrandecer dentro dele mesmo, que praticamente indescritível por ser infinito, e quando coisas são muito grandes e se tornam infinitas é por que não tem como contar mais ou não se pode, por que senão aquilo fica sem graça, frio e sem sentido, pois o amor não é pra se contar e sim para se sentir.
Leandro,
ResponderExcluiro que seria o mar azul que passeia pela areia branca das pedras pintadas?
Como assim, seu sorriso não era mais falso? Em algum momento da 3ª estrofe se percebe isso? E a pessoa que pelo eu lírico era amada não sabia disso? Gostaria que você comprovasse isso...
Comprove que ele “decide deixar o amor engrandecer” dentro de si mesmo. Não entendi bem a relação de suas últimas frases com a última estrofe.
1ª
ResponderExcluirSeria a descoberta de um novo lugar, já que a areia branca é onde as águas ainda não molharam, não chegaram, e pedras pintadas seriam corais, que são perigosos. Trazendo á vida real: Ele está entrando num terreno onde nunca entrou antes com o qual deve ter cuidado.
2ª
“podia provar
Para todos que o meu sorriso era sincero que vinha
De dentro da alma”,
• Algo que vinha de dentro da alma com certeza era verdadeiro, neste caso, seria o sorriso.
• Pra mim parece óbvio, por que, por mais bonito que possa ser o balançar do cabelo de um homem, o de uma mulher seria mais bonito por causa do tamanho, pois um longo e belo cabelo seria a explicação do contraste de uma guerra.
3ª
“pois tinha um amor maior que eu, que se engrandecia
Todos os dias e se tornava infinito.”
Já que ele vê que há algo maior que ele mesmo, ele deixa aquele sentimento crescer descrevendo o quanto este é grande.
Nunca Visto
ResponderExcluirPara todos os lados que olha é ele que sempre está lá, como uma luz irradiante que te guia quando os olhos se fecham (você não ver a luz).
És como o sol, sempre lá, lindo a brilhar mais seu rosto? Indecifrável, há uns que dizem ter visto a verdadeira face, mas vai saber o sol também usa máscaras... Eclipse. (nunca vi o sol e ele é uma das coisas mais importantes) ‘NÃO VIVO SEM ELE’.
Ainda que eu passe horas falando de ti não conseguiria explicar o quando se tornasse essencial, tive uma idéia: o AR experimenta viver sem ele... AMO-TE!
Isso foi alguma coisa que escrevi quando conheci uma pessoa que se tornou meu melhor amigo, mais eu nunca tinha visto ele pessoalmente.
Belo o seu texto, minha querida Evellyn! A pessoa que serviu de inspiração para ele deve estar orgulhosa...
ResponderExcluirohh obrigada prof. SAUDADES DAS MELHORES AULAS DE PORTUGUÊS :$
ResponderExcluirNem me fale desses nossos momentos, querida Evellyn... te amo!
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